sábado, 1 de março de 2014

A nova pesquisa sobre os capilares

Com as crescentes cargas pelo estilo de vida e do ambiente também faz sentido um desenvolvimento na utilização do Aloé Vera.


Pois, juntamente com o estreitamento dos capilares, existem outros fatores que originam uma alteração do fluxo sanguíneo.
Neles inclui-se:
1. instabilidade dos finos vasos sanguíneos
2. sangue viscoso, com má fluência

Vasos sanguíneos instáveis
Com o aumento da idade, os vasos perdem estabilidade. Isto repercute-se de forma desfavorável, especialmente nos capilares finos. Pois a parede frágil destes vasos finos deixa de ter a resistência suficiente, colapsam e o sangue deixa de poder fluir livremente.
Para se conseguir remediar isto, precisamos de um mineral que foi negligenciado durante muito tempo pela medicina tradicional – o silício .
Pois é bom não só para os cabelos e unhas mas também para os nossos vasos:

O silício é o mineral da resistência e da elasticidade.

Apesar da sua reduzida quantidade no corpo, o silício é essencial para muitos processos, sendo por isso vital. Revelou-se que a falta de silício tem efeitos claramente negativos para a firmeza e elasticidade dos ossos, tecidos e vasos.

Viscosidade do sangue
O segundo aspeto importante é a fluidez do próprio sangue.
Se ele ficar apertado pelos glóbulos vermelhos, estes tendem a acumular-se uns nos outros. O sangue fi ca “viscoso”. Isto acontece especialmente onde as coisas se vão desgastando lentamente por natureza – nos capilares. Na medicina, isto é conhecido como fenómeno de rolo de moedas. Os glóbulos vermelhos ordenam-se uns atrás dos outros, como um rolo de moedas.
Nesse momento, há o grande perigo de o sangue coagular.
Este mecanismo é como se fosse um atuador para um enfarte cardíaco. Por isso, muita gente já toma atualmente anticoagulantes.
Também neste aspeto a farmácia da natureza oferece um meio natural de apoio: o ácido gama-linoleico também conhecido por AGL. Pertence aos ácidos gordos ómega 3. A sua função:

O ácido gama-linoleico reduz a viscosidade do sangue.
Uma excelente fonte de AGL é o óleo da onagra. A medicina conhece esta planta já desde há muito tempo, que desempenha uma função importante no metabolismo dos nossos ácidos gordos – poder-se-ia dizer que ela é como um lubrificante para o fluxo sanguíneo.
Também o ácido gama-linoleico, segundo os ensinamentos sobre capilares, tem grande importância na regeneração do abastecimento saudável de sangue e de oxigénio.
Um resultado da nova pesquisa sobre capilares é, pois:
O silício e o ácido gama-linoleico causam um reforço suplementar no efeito do Aloé Vera.

Fonte:

Livro ”Die Kapillartheorie” (“A Teoria dos Capilares“) de Michael Peuser

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Características de qualidade do Aloé Vera

Para uma utilização bem sucedida do Aloé Vera, é decisivo utilizar o Aloé exclusivamente da melhor qualidade. Ao comprar e ao utilizar tome atenção aos seguintes critérios:

Não use bebidas de Aloé vera feitas de concentrados, mas somente bebidas vitais de Aloé vera, feitas a partir de gel direto não aquecido.

No fabrico dos concentrados, infelizmente é destruída parte dos componentes sensíveis. Além disso, os concentrados são depois diluídos com água em proporção 1:200, sofrendo perda
de eficácia.
Os sumos de folha inteira com teor de aloína não podem ser vendidos, mas apenas as bebidas isentas de aloína feitas a partir do gel puro e cristalino da camada interior da folha.

Para nos certificarmos das numerosas características de qualidade referidas, é absolutamente necessário fazer uma verificação. Isto só pode ser realizado por institutos independentes.

Utilize apenas produtos de Aloé Vera com certificados sobre a sua origem e produção




Certificados importantes são p.ex. os do Aloé Council (IASC) relativos ao cultivo biológico das plantas, processamento e comercialização, bem como outros certificados próprios de cada país relativos à elevada garantia de qualidade, como o selo Fresenius na Alemanha.

Obtém-se um aumento suplementar de eficácia com a adição de mel.

Já nas fontes históricas é referida a adição de mel, pois melhora não só o sabor, mas também a eficácia dos componentes do Aloé Vera.
O padre franciscano brasileiro, Romano Zago, na sequência de receitas antigas descobriu em experiências que uma adição de mel reforça muito os efeitos do Aloé Vera. Isto foi, entretanto, verificado e confirmado cientificamente. No gel bebível de Aloé Vera, a adição ideal de mel situa-se em 9 %.

Portanto, ao comprar e ao beber o Aloé Vera, é absolutamente necessário tomar atenção a estas características de qualidade.

A utilização tradicional da bebida vital de Aloé Vera com mel, em muitos casos, origina uma melhoria nítida dos sintomas.
Mas também existem casos em que a bebida vital de Aloé Vera precisa de um determinado reforço. A nova pesquisa sobre capilares dedicou-se a isto.

Fonte:

Livro ”Die Kapillartheorie” (“A Teoria dos Capilares“) de Michael Peuser

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

O Aloé Vera e as doenças

O Aloé Vera vai, entretanto, encontrando cada vez mais áreas de utilização nas modernas doenças populares.
Nessas áreas, incluem-se especialmente:



Doenças cardiovasculares
Em tudo quanto a hipertensão, arterosclerose, valores elevados de glicemia e lipometabolismo influenciam negativamente o sistema vascular ou em caso de presença prolongada já a prejudicaram, a bebida vital de Aloé Vera deve ser tomada de forma duradoura.

Inflamações crónicas e doenças do estômago e intestino
Muitas pessoas sofrem de um estômago e um sistema intestinal facilmente irritáveis ou até de doenças intestinais crónicas inflamatórias (Morbus Crohn, Colitis Ulcerosa) – nestes casos, o Aloé Vera deve ter um início cuidadoso e um aumento lento e ser igualmente bebido por longo prazo.

Alergias e doenças da pele e neurodermatite
Dado que se trata nestes casos igualmente de processos longos ou até crónicos, recomenda-se uma ingestão duradoura com um início lento.
O mesmo se aplica para outras doenças crónicas como Parkinson, reumatismo, esclerose múltipla e também doenças cancerosas.
A condição prévia para uma utilização bem sucedida é a duração e a regularidade da ingestão da bebida, bem como a qualidade da bebida vital ou do produto de Aloé Vera.

Fonte:

Livro ”Die Kapillartheorie” (“A Teoria dos Capilares“) de Michael Peuser

A utilização do Aloé Vera

Para se usar o Aloé Vera, aplicam-se algumas regras simples:
Tome a bebida vital de Aloé Vera durante longos períodos de tempo

Os efeitos positivos só são sentidos depois de um processo de auto-cura de várias semanas. A bebida vital de Aloé Vera deve, por isso, ser tomada diariamente por um período mínimo de 6 meses.

A remoção de velhas toxinas e escórias é a razão por que algumas vezes, sobretudo a princípio, podem originar-se as chamadas pioras iniciais. Por isso, observe-se o seguinte:
Quanto mais grave a doença, mais lentamente se deve começar.

Se quiser usar o Aloé Vera numa doença crónica grave, comece por uma dosagem claramente mais pequena, p.ex. 3 x 5 ml por dia e vá aumentando durante 4 a 6 semanas até 3 x 30 ml por dia.

Por princípio, o Aloé Vera pode ser usado:
como preventivo para o reforço da saúde
como complemento para um tratamento médico convencional


Fonte:

Livro ”Die Kapillartheorie” (“A Teoria dos Capilares“) de Michael Peuser

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Aloé Vera – Cura a partir da natureza

Já o verificámos: Os efeitos positivos do Aloé Vera entendem-se a partir da interação de todos os componentes, ou por outras palavras:
A atuação dos componentes funciona como numa orquestra.

Aqui, o som também resulta da interação de todos os instrumentos, e não apenas de violinos ou trombetas.
Apesar disso, a ciência ocupa-se em entender os componentes individualmente e as suas atuações e depara-se sempre com surpreendentes conhecimentos. Eis alguns exemplos:

Acemannan:
ativa os sistemas de proteção do corpo
contribui para a renovação das células
desintoxica o corpo

Esteroles de plantas:
são responsáveis pelo efeito positivo prolongado sobre a glicemia

Polisacarides
atuam de forma intensamente antioxidante e protegem o coração e os vasos contra radicais livres

Oligoelementos e Ultraoligoelementos
elementos raramente derivados em alimentos, tais como gálio ou titânio, desempenham as funções importantes no metabolismo.
Todas estas substâncias são de origem natural, não sendo medicamentos em sentido convencional. O aloé vera ajuda o corpo a ficar saudável a partir do interior. Ou como o célebre médico Hipócrates tão bem exprimiu:
“O médico ajuda, mas a natureza cura.“

Fonte:

Livro ”Die Kapillartheorie” (“A Teoria dos Capilares“) de Michael Peuser

O Aloé Vera e os seus efeitos

A ciência ocupa-se agora em todo o mundo com o Aloé vera.
E quanto mais pesquisado é, mais se confirma a preciosa experiência da medicina natural.
Em linguagem popular, os efeitos do Aloé vera são muitas vezes escritos com 4 D’s :
Desacidificar
Depurar
Desengordurar
Desintoxicar

Na origem destes efeitos positivos, completamente diferentes, está um mecanismo de atuação comum. Assenta na regeneração dos diâmetros internos saudáveis e normais dos capilares nas áreas onde estes vasos se estreitam, na sequência de stress, má nutrição, e poluição ambiental.
A regeneração do diâmetro interno saudável e normal dos capilares é o efeito mais importante do Aloé Vera.

Neste sentido, os componentes do Aloé atuam sobre os microscópicos corpos cavernosos existentes nas paredes interiores dos capilares. Em muitas pessoas, estes estão aumentados no seu volume. A bebida vital de aloé atua sobre estes corpos cavernosos, eles conseguem desinchar, o sangue volta a correr melhor e os tecidos e as células são corretamente alimentados.
Nos sítios onde o fornecimento de oxigénio volta a funcionar, regeneram-se os tecidos, as células e os órgãos. Os ácidos são neutralizados, as toxinas e as escórias vão sendo lentamente removidas. Também podemos dizer:
O fluxo sanguíneo melhorado permite a auto-cura do corpo.



Fonte:

Livro ”Die Kapillartheorie” (“A Teoria dos Capilares“) de Michael Peuser

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O segredo do Aloé Vera

Mas o que torna o Aloé Vera tão especial? Esta pergunta conduz-nos aos seus componentes. Pois aqui revela-se uma clara diferença com os outros meios curativos.
Os medicamentos têm na maior parte das vezes uma única substância ativa. Esta substância tem um efeito pretendido e não raras vezes diversos efeitos secundários.
As ervas medicinais contêm geralmente grupos de componentes que podem ser utilizados em caso de diferentes sintomas e achaques.
Por outro lado, o Aloé Vera aparece como sendo um armário completo de medicamentos da natureza. Pois:

A ciência até hoje encontrou mais de 150 componentes.

O leque vai desde A de acemannan até Z de zinco. Alguns componentes existem apenas em reduzida concentração e exatamente aqui reside o segredo do Aloé: Não é só a ação de uma única substância vital ou de um gerador de sinal de comando.

É a interação de todas as substâncias que permite os numerosos efeitos positivos do Aloé Vera.

Neste aspeto, a ciência fala também de efeitos sinergísticos.~

 
Fonte:

Livro ”Die Kapillartheorie” (“A Teoria dos Capilares“) de Michael Peuser